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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Afinal, as mulheres também olham...

Na passada semana li, num estudo americano, que 80% das mulheres, quando olha para um homem, repara primeiro no queixo e na boca!!! Vá-se lá saber porquê… por acaso, algumas das meninas leitoras se importa de me explicar esta curiosa conclusão???

Além disso, estudos realizados noutros países mostram que as mulheres gostam de olhar, ou prender o olhar, para os homens (nem que seja apenas para avaliar o rapazinho) tanto, ou mais, quanto os homens! E esta, hein?!?? Digam agora que não olham nada, minhas senhoras, digam…

No entanto, talvez, a defesa delas, para dizerem que não olham, seja porque é muito mais difícil “apanhar” uma mulher pregada num homem do que a situação inversa, Mas, então, por que é que é tão fácil “apanhar” um homem pasmado, como aqui a gaja do blogue se referiu, uma vez, numa mensagem que publicou?

Bem, a resposta além de surpreendente até é simples: segundo alguns cientistas a mulher tem um campo visual maior do que o homem (está explicado, igualmente, o fenómeno das montras e das roupas!), pois, ao que parece, deve-se ao facto de homens e mulheres terem tido, e continuarem a ter, formas diferentes de evoluir se adaptarem ao meio. Enquanto a função do homem, além de afastar a concorrência, era de caçar e proteger a família, a da mulher era cuidar das crianças.

Tudo leva a crer que, para a mulher, o mais importante era mesmo ter uma grande visão periférica, tipo 16:9, que permitisse que ela soubesse mais facilmente tudo o que se passava à sua volta. Sobretudo com os filhos. Para o homem, e eis o que me interessa, era muito mais importante ter uma visão do tipo "túnel" que fazia com que ele visse, com toda a clareza, coisas muito distantes. Hummm… desconfio desta teoria!

No entanto, este vídeo mostra precisamente o contrário! Que as mulheres olham! À descarada e não é nada, nada, para o queixo, muito menos para a região periférica ou concentrando-se apenas no queixo!!!


E agora, senhoras? Em que é que ficamos? Em quem é que hei-de acreditar???

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Como estimular devidamente o clítoris?

Este é um tema sobre o qual não me canso, nunca, de falar! Sexualidade!

É recorrente e cada vez mais ouço mulheres a falarem-me e a queixarem-se deste “mal”! Apesar de já bastante “espancado”, este assunto, ainda parece haver uma grande percentagem de homens que não percebem as mulheres! Ou, melhor, não percebem como funciona a sexualidade das mulheres. Pois bem, mulheres, podem contar com a ajuda aqui do Gajo para que sejam cada vez mais, e melhor, amadas, satisfeitas sexualmente!

Existem, infelizmente, ainda muitos homens que depreciam, ou pior, desvalorizam o poder do órgão maravilhoso que é o clítoris. Sem lhe dar grande importância, talvez, erradamente, pensando mais no seu próprio prazer, passam quase instantaneamente para a penetração, esquecendo-se que a mulher precisa de muito mais tempo de excitação e preliminares para atingir esse estado desejado.

Uma pergunta que todos os homens deveriam colocar a si mesmos era esta: para quê chegar logo ao final “do livro” se até lá existem tantas páginas de história para explorar e tanto prazer para dar e receber?!??

Conheço duas formas de estimular o clítoris, uma directa e outra indirecta. A estimulação directa é aquela que se faz com a boca, os lábios, a língua ou com a mão, enquanto que a indirecta é aquela que se realiza durante o sexo com a penetração.

O meu conselho é de que invistam, tanto quanto puderem, nos preliminares, nas brincadeiras, na troca de experiências agradáveis e podem acreditar que é um belo estimulante! Garanto-vos que estes “jogos de prazer” irão deixar a vossa companheira louca de prazer e com vontade de muito mais... talvez, até, bem louca ao ponto de se soltar e deixá-lo louco de prazer também. E não será maravilhoso, isso?!??

Admitindo, no entanto, que não saiba, sequer, onde se localiza o dito cujo clítoris da sua parceira, não se preocupe com isso. Eu sugiro o seguinte:

1 - Pergunte! Ou explore um bocadinho...vai perceber logo onde é!

2 - A lubrificação é, antes de se atirar ao clítoris, o segredo do sucesso! Convém certificar-se de que a sua parceira se encontra devidamente lubrificada e, para tal, utilize preliminares que envolvam o corpo todo, beijando muito, sem limites, tocando e acariciando outras zonas erógenas, tais como os seios, por exemplo. Mordiscar ou lamber os mamilos é obrigatório assim como beijar ardentemente o pescoço, os ombros, a barriga, passar a língua no umbigo, ou seja, apalpar o "terreno" como entender e ir descobrindo, deliciosamente, todas as reacções da sua companheira!

3 - Se estimular o clítoris manualmente, convém que o faça de forma decidida, no entanto, sem nunca perder a delicadeza e nunca com muita força. Convém lembrar que o clítoris é extremamente sensível ao toque, sendo que algumas mulheres não gostam de ser tocadas directamente no clítoris sem estarem devidamente excitadas. Para tal, pode começar por prestar mais atenção à zona circundante, prosseguindo depois para a estimulação directa. Sempre suavemente, até perceber que ela quer mais... e com mais estimulação.

4 - A estimulação do clítoris, prolongada por demasiado tempo ou demasiado directa, pode causar dor após algum tempo, principalmente se não for suave o suficiente no toque. Seja gentil. Sempre! Elas vão adorar.

5 – Pode, e deve, utilizar a boca, os lábios e língua para estimular o clítoris (Cunnilingus), fazendo movimentos circulares, suaves e ritmados. Pode ainda, com a boca, criar um ligeiro vácuo na zona de prazer da sua parceira estimulando-o depois com a língua. A verdade é que muitas mulheres consideram, mesmo, esta, a melhor forma de atingir prazer numa estimulação clitórica.

Estas são as minhas dicas, agora... passem à acção!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Que comecem a cair números de telefone...

Estou parvo para a minha vida!!!

Que eu já sabia que as mulheres eram seres esquisitos… bem, isso já sabia! Que eu já sabia que as mulheres se deixam conquistar pelos argumentos mais absurdos… bem, isso já eu sabia! Que eu já sabia que as mulheres se enganam nas suas escolhas (já abordei este tema aqui), na cruzada para encontrar o seu príncipe, e que depois, numa total inversão do episódio encantado, se transforma num sapo horrível e pegajoso… bem, isso eu também já sabia!

O que eu não sabia era que, de acordo com este estudo do "The Washington Post", as mulheres estão mais dispostas, inclinadas a aceitar os avanços, em admitir a sedução, de um homem, ainda que de aparência mediana, pelo simples facto de estarem a ouvir uma música romântica! Ou seja, a música infuencia a forma como as mulheres vão reagir a um engate!!!

Resumidamente, as mulheres em questão, pensando que estariam a participar num estudo com um objectivo diferente, eram levadas para uma sala e ouviam uma música. Após este momento, aquelas que tinham ouvido a música, quando tentadas seduzir, sempre pelo mesmo homem, atendiam o pedido deste e davam-lhe o número de telefone, esperando que este o usasse!...

Sem mais comentários!!!

Eu, fazendo fé neste estudo, deixo aqui a minha música romântica ficando à espera de que comecem a cair no meu email números de telefone de mulheres que estejam favoráveis à ideia de que alguém as seduza! :-PPP

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Consultora de moda

Bem, eu não sou de colocar aqui, neste blogue, porque tenho outro mais apropriado ou dedicado, este tipo de mensagens. Mas, como este blogue não "vive" apenas de assuntos sérios, e é bom quebrar um pouco a rotinha, melhor ainda se for com humor, não resisti a partilhar este vídeo!

O melhor é mesmo não fazer qualquer comentário, verem-no até ao fim e... rirem, talvez?!??


Aprenderam qualquer coisa sobre moda?!?? Eis a próxima futura estilista Portuguesa de sucesso internacional. Uma "Fashion advisory" made in S. Pedro da Cova...

Mulheres convencidas

A propósito desta mensagem da Gaja, lembrei-me de escrever sobre um assunto igualmente interessante ou que se poderá colocar ao mesmo nível de reparo ou crítica…

Existem algumas mulheres, poucas, felizmente, que por serem muito bonitas, lindas, charmosas, elegantes, enfim, sedutoras, pensam também que conseguem “tudo” dos homens. Ou, pelo menos, quase “tudo” que lhes interessa. E, neste “tudo”, fiquemo-nos apenas pelas realidades ou situações normais. São o que eu chamo de mulheres convencidas!

Quantas mulheres já não usaram o seu sorriso para escapar à multa de estacionamento? O decote para impressionar o chefe? Ou a minissaia simplesmente quando querem atrair as atenções de alguém? A questão aqui prende-se com o facto de algumas mulheres, com estas características, acima enunciadas, sentirem-se com toda a “autoridade”, seja para alcançarem os mais diversos objectivos, ou, para, apenas por diversão, poderem impressionar e seduzir os homens! Vou apenas focar-me nas que o fazem por diversão, que gostam de impressionar, porque lhes faz bem ao ego, por exemplo! Por vezes basta um olhar, um sorriso roubado para percebermos que uma mulher está a seduzir! A maneira como olha, como arranja a franja ou a mecha do cabelo, o modo como movimenta as mãos ou arranja o decote são sinais de que quer chamar a atenção de um homem. E uma mulher, verdadeiramente sedutora, dificilmente falha o alvo e não consegue chamar a atenção, diga-se, infelizmente… e quando se certificam que conseguiram ter os olhares desejados mudam de estratégia e passam à apatia como se essa pessoa nem sequer estivesse presente! Assim, como quem tira o chupa ao menino depois deste lhe provar o sabor adocicado com algumas lambidelas ao ego! E é ver estes homens, engodo fácil, caírem na cantilena e irem directos à armadilha montada, sentindo-se, no entanto, os maiores conquistadores! Quando, na realidade, eles é que são a presa fácil, fácil! Estas mulheres adoram fazer isto. Gostam de se testar e de testarem os homens. Para depois os repelirem porque a maior parte deles não lhes consegue despertar, sequer, o mínimo interesse, suficiente, para que elas permitam o que quer que seja além de uma simples tentativa de abordagem. E estas brincadeiras servem para se sentirem, constantemente, vivas, desejadas ou poderosas lá no alto dos seus saltos altos.

Claro que há excepções e alguns homens, felizmente, não capitulam! Adoptam uma posição firme, de desinteresse, de indiferença, até! Ser “imune” a essa beleza, manter uma postura de indiferença, é, na maior parte dos casos, a melhor atitude a tomar. Embora, de igual forma, a mais difícil de concretizar. Não há nada que irrite mais uma mulher do que a indiferença de um homem aos seus encantos! Nada!!! Quer dizer, na realidade até há… o interesse deste, noutra mulher! Porque estas mulheres, as convencidas, não estão habituadas a levar um não! A não serem admiradas a qualquer momento, a não receberem piropos ou elogios de qualquer homem. Por muito que digam que não ou tentem contrariar este pensamento, o que gostam mesmo é de receber este tipo de mimos! Principalmente do “alvo” escolhido. E quando não recebem esse feedback é como se fosse um desafio à sua beleza e à sua capacidade de sedução. O que significa uma enorme ferida no ego.

Além destas mulheres convencidas existem ainda as atrevidas. Aconteceu-me uma vez, numa famosa discoteca “In” do Porto, algo insólito. Estava acompanhado por uns amigos, na pista, a dançar, e ao lado um grupo de mulheres interessantes. Obviamente que olhares e sorrisos, dos dois lados, iam-se cruzando ao sabor da música. O curioso, vá-se lá saber porquê, é que de repente uma delas, talvez para se destacar dentre as amigas, que estava de lado para mim, e que eu até estava a achar bastante interessante, literalmente, apalpou-me o rabo com a maior naturalidade!?!! Eu, perante uma situação daquelas, obviamente, não me deixei intimidar ou embandeirar e, com o meu melhor sorriso cínico, perguntei-lhe se tinha cara de banco de jardim! Ela fez-se de desentendida e voltei a perguntar se ela achava que eu era propriedade pública onde poderia mexer e tocar à vontadinha?!?? Fez um sorriso amarelo e perguntou se eu não tinha gostado?! “Não!” - Foi a minha resposta, crua e seca! - “Não gostei nem um pouco!” Escusado será dizer que, perante as amigas, passou uma enorme vergonha e, depois de pedir desculpa, nunca mais lhe pus a vista em cima. Há mulheres que precisam mesmo de levar uns nãos! Muitos nãos, aliás!

terça-feira, 30 de março de 2010

“E se...?”

Devido a alguns problemas de ordem pessoal, que se têm reflectido na falta de inspiração e vontade de escrever, tenho “falhado” na publicação de mensagens de opinião, finalidade a que me propus com a criação deste blogue. Desde já, apresento as minhas desculpas aos leitores e, porque estão, espero, “resolvidos” esses problemas que me têm impossibilitado de publicar, pretendo voltar a fazê-lo com mais regularidade.


"Do whatever is necessary to find happiness in your life, because it happens just once in a lifetime - if you're lucky!"

Este, "As Pontes de Madison County", é um daqueles filmes a que ninguém fica indiferente. Simples, sem efeitos especiais mas com uma história de vida, um enredo e, sobretudo, duas interpretações de dois “assombros” do cinema como Meryl Streep e Clint Eastwood. Foi o que preencheu grande parte da minha tarde de domingo, num destes fins-de-semana, tarde essa vacilante entre o frio, a chuva, o sol ou o céu azul.

E, de facto, ao ver este filme magnífico, é praticamente impossível não sentir, aplicada à nossa vida, a pergunta “E se...?”.

Todos nós devemos ter, se não mais, pelo menos um “E se..?” pelo qual nos interrogámos. E se eu tivesse dito àquela rapariga que gostava dela?! E se eu tivesse feito aquela viagem? E se eu tivesse tido a coragem para beijar aquela mulher? E se eu tivesse arriscado um pouco mais na vida? Todos estes “E ses” são dúvidas que nos acompanharão para o resto da vida, agarrando-se ao corpo como uma medusa. Quando pensamos que já não estão lá, a ardência encarnado leva-nos à sua presença.

A frase transcrita em cima, é da personagem Francesca... uma personagem que me fez lembrar a Rita, desta mensagem da Gaja, uma mulher “calma e tranquila, sem grandes problemas, discussões ou sobressaltos, no entanto ela estava a precisar de vivenciar emoções mais fortes, dignas das sensações provocadas por uma descida de rafting”... que um certo dia conhece, à semelhança do Manuel, um fotógrafo que lhe despertou uma trovoada de novas sensações, fascinantes, estrondosas que a fizeram sentir viva, apaixonada e que, sem dúvida, abalou o seu mundo, levando-a a questionar toda a sua vida afectiva e o seu relacionamento! Ela, Francesca, é uma mulher que não quis ficar agarrada ao “E se” e consentiu-se, deu-se ao prazer de viver um grande amor! Um amor que sabia ter de o viver, sem pensar em mais nada. Nem em ninguém! Nem tão pouco no amanhã e nas suas consequências! Não insistiu em não aceitar o que já estava escolhido. Sabia que não podia esquecer aquele momento. Aquele amor. Porque ninguém esquece só porque lhe apetece, ou porque deveria ser assim. E viveu-o enquanto pôde. Enquanto lhe foi permitido, naqueles dias que passaram a correr.

Ao contrário da Rita e do Manuel, estas duas personagens de ficção, que bem podiam ser reais, qualquer um de nós, aliás, encontraram e viveram um grande amor! Talvez o verdadeiro amor, até! Não o simples gostar, o hábito de uma vida ou a acomodação de uma relação. Mas o amor que torna tudo mais mágico, bonito e verdadeiro! O que dá, sem dúvida, um novo sentido à vida. Não importa as circunstâncias em que ele desperta. Pode surgir de onde nunca esperamos ou quando menos contámos. O importante é reconhecê-lo quando nos aparece! Quando nos toca! Quando nos faz sentir bem e pensar que vale a pena! Quando questionámos tudo por esse amor!

Ainda que ela não tenha escolhido ficar com ele, porque o podia ter feito, não mais o deixou de amar até ao fim da sua vida. Porque o nome dele agitava a sua memória com a cadência do ritmo do respirar. Ele estava em cada sentido dela. Sempre presente. Ainda que ela o negasse, sempre que fechava os olhos, ele continuava lá, nela. E continuava a pensar e a desejar a intemporalidade dos beijos dele. Porque ele continuava lá, no respirar dela. No último respirar, no último suspiro, foi por ele que suspirou. Ainda que ela o negasse...

... de todo o filme, de todas as frases e de todas as cenas, a que mais me marcou foi sem dúvida esta em que eles ficaram durante bastante tempo abraçados. E ele murmurou-lhe:

«Só tenho uma coisa a dizer, apenas uma; nunca voltarei a dizê-la a ninguém, e peço-te que te lembres dela: num universo de ambiguidades, este tipo de certezas só existe uma vez, e nunca mais, não importa quantas vidas se vivam.»

in "As Pontes de Madison County"

E, já agora, quanto a vós, pela vossa experiência, pelo conhecimento que têm da vossa personalidade, se surgisse uma situação destas, ou caso tenha já acontecido, o que acham que fariam? Viveriam o momento, o amor, com todas as consequências resultantes de tal escolha, ou ficariam eternamente a pensar no "E se..."?